US-Brazil investor group picks three financial instruments that can drive funds for climate action

Rio de Janeiro, February 9, 2017 — Brazil aims to reduce emissions by 37% by 2025, mostly through changes in its land use and energy sectors. Like in many emerging economies, however, funding to meet these targets remains a challenge. This week, a group of public and private investors met for the first time in Rio de Janeiro to tackle this issue.

The group, assembled by the Global Innovation Lab for Climate Finance, included institutions like Caixa, Santander, BNDES, the International Finance Corporation, the Climate Investment Funds, FEBRABAN, the Global Environmental Fund, the Brazilian Ministry of Finance, and the United States Trade and Development Agency, among others.

Dr. Barbara Buchner, Executive Director of Climate Policy Initiative and head of the Global Lab said, “The Brasil Lab Panel builds on the success of the Global Lab, which has, to-date, helped to raise USD 600 million for renewable energy, energy efficiency, and land use projects around the world. Now, we are looking forward to seeing this group make an impact on scaling up finance for climate action in Brazil.”

In its first phase, the Brasil Lab Panel drew from proposals submitted from all over the world through an open call for ideas, selecting three instruments for further vetting and development. The ideas were selected based on their actionability, innovativeness, potential to catalyze private finance at scale, and ability to support Brazil’s national climate priorities. They are:

  • The Green Receivables Fund: Proposed by Albion Capital and Get2C Brasil, the fund adapts an existing instrument – Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) – that allows companies to raise capital by securitizing receivables but apply it to green projects.
  • Climate-Smart Cattle Ranching: Proposed by the Nature Conservancy, the initiative aims to increase the supply of deforestation-free beef from the Amazon by developing a prototype business that will implement Embrapa’s Good Agriculture Practices with individual ranchers that register to comply with the Brazilian Forest Code.
  • Distributed Generation for Agriculture Cooperatives in Brazil: Submitted by Renobrax Energias Renováveis, the proposal introduces a project leasing model that allows agricultural cooperatives to finance solar and wind while lowering their electricity costs.

The ideas will next be taken forward for development, with the aim to begin implementation this summer.

For more information about the Global Lab, visit: www.ClimateFinanceLab.org

The Global Innovation Lab for Climate Finance identifies, develops, and pilots transformative climate finance instruments that can drive billions of dollars of private investment in climate change mitigation and adaptation in developing countries. Climate Policy Initiative serves as secretariat and analytical provider for the Lab. The Brasil Lab is one of the initiatives that was initially launched under the auspices of the Brazil-U.S. Climate Change Working Group, led by the Brazilian Ministry of Foreign Affairs and the U.S. Department of State.

CONTACT:

Elysha Davila, Head of Communications, Climate Policy Initiative (US) – elysha.davila@cpisf.org | +1 415 728 3613

Laura Jungman, Analyst, Climate Policy Initiative (Brazil) – Laura.Jungman@cpirio.org

Grupo de investidores brasileiros e norte-americano escolhe três instrumentos financeiros que podem direcionar fundos para ação climática

Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 2017 – O Brasil pretende reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 37% até 2025, principalmente por meio de mudanças nos seus setores de uso da terra e energia. No entanto, como em muitas economias emergentes, o financiamento para atingir esses objetivos continua sendo um desafio. Nesta semana, no Rio de Janeiro, um grupo de investidores públicos e privados se reuniu pela primeira vez para abordar esta questão.

Formado pelo the Global Innovation Lab for Climate Finance, o grupo inclui instituições como Caixa, Santander, BNDES, International Finance Corporation, Climate Investment Funds, FEBRABAN, Global Environmental Fund, Ministério da Fazenda, as agências norte-americanas de comércio e desenvolvimento, entre outros.

Segundo a Dra. Barbara Buchner, Diretora Executiva da of Climate Policy Initiative e diretora do Global Lab, “o Painel Brasil Lab parte do sucesso do Global Lab, que até hoje contribuiu para arrecadar US$ 600 milhões para energias renováveis, eficiência energética e projetos de uso da terra em todo o mundo. Agora, estamos ansiosos para ver esse grupo fazer a diferença na ampliação do financiamento para a ação climática no Brasil. ”

Em sua primeira fase, o Painel do Brasil Lab avaliou propostas apresentadas de todo o mundo através de um chamado aberto a idéias, selecionando três instrumentos para posterior investigação e desenvolvimento. As idéias foram selecionadas com base em sua capacidade de ação, inovação, potencial para catalisar finanças privadas em escala e capacidade de apoiar as prioridades nacionais de clima do Brasil. São elas:

  • The Green Receivables Fund: proposto pela Albion Capital e pela Get2C Brasil, o fundo adapta um instrumento existente – Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) – que permite às empresas captar recursos através da securitização de recebíveis, mas aplicá-los a projetos verdes.
  • Climate-Smart Cattle Ranching: proposta pela Nature Conservancy, a iniciativa visa aumentar a oferta de carne bovina livre de desmatamento proveniente da região amazônica, desenvolvendo um protótipo de negócio que implementará as Boas Práticas de Agricultura da Embrapa com fazendeiros individuais que se cadastrarem pelo Código Florestal.
  • Distributed Generation for Agriculture Cooperatives in Brazil: Apresentada pela Renobrax Energias Renováveis, a proposta introduz um modelo de arrendamento de projetos que permite às cooperativas agrícolas financiar energia solar e eólica, ao mesmo tempo em que reduz seus custos de eletricidade.

As idéias serão desenvolvidas nos próximos meses, e estima-se que a implementação comece em aproximadamente seis meses.

Para obter mais informações sobre o Global Lab, visite: http://www.ClimateFinanceLab.org

O Global Innovation Lab for Climate Finance identifica, desenvolve e pilota instrumentos de transformação climática que podem gerar bilhões de dólares de investimento privado em mitigação e adaptação às mudanças climáticas nos países em desenvolvimento. A Climate Policy Initiative atua como secretariado e provedor analítico para o Global Lab. O Brasil Lab é uma das iniciativas que foram inicialmente lançadas sob os auspícios do Grupo de Trabalho Brasil-EUA sobre Mudanças Climáticas, liderado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil e pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos.